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O fenômeno do Turismo

  • 3 de mai. de 2016
  • 2 min de leitura

O turismo é algo tão fantástico que recebeu denominação de fenômeno. Quem nunca ouviu a expressão “fenômeno turístico”? Pois é, desde os tempos mais antigos, o homem se desloca por necessidade e por curiosidade. Estas duas bases motivacionais prevalecem até hoje. Se antes se dava pelo papel desbravador e de sobrevivência que a necessidade de se deslocar colocava, hoje - nômades que sempre fomos -, mantemos uma inquieta necessidade de se mover, explorar o novo, descobrir a si e aos outros. Uma curiosidade de vivenciar outras realidades.


O viajante ou turista (como os especialistas preferem) é um ser que promove todo um movimento em torno da sua atividade de “se deslocar”. Assim, entender o turismo muito além de definições simplistas (porém úteis), se faz necessário. Estamos num mundo em plena evolução. O jeito de praticar e entender o turismo carece de uma compreensão que abranja todos os aspectos e relações que esta atividade compreende.


O turismo tem relação com a economia assim, ele se expande e se retrai conforme o desenvolvimento da economia; e, sobretudo, gera divisas nos destinos receptores, movimentando a cadeia local.


O turismo tem relação com a sociologia na medida em que, ao conhecer uma cultura diferente da minha, eu vejo novas possibilidades além dos grupos a que pertenço, e fortaleço a capacidade de autoanálise.


O turismo tem relação com a psicologia no que tange os motivos objetivos e subjetivos que fazem optar por viajar ou não, e o por quê.


E tem também, relação direta com a história, a cultura, a geografia e a sustentabilidade quando através do destino visitado, há o contato os recursos naturais, a história e a cultura autêntica local.


Estas características são apenas algumas das tantas as quais o turismo se inter-relaciona. É uma atividade tão múltipla que não pode se realizar sem a participação dos vários atores envolvidos no processo.


O ato de viajar, de fazer turismo, tem para muitos uma relação com a realização do sonho. O turismo é feito e consumido no mesmo momento, e neste processo, todos os participes – desde quem organiza aos executores – são fundamentais para a realização do “sonho de viajar”.


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O lado mais gratificante de trabalhar com o turismo é saber que seja na organização (em agência, operadoras, órgãos públicos e/ou privados) ou seja, na execução (hotéis, receptivos, Cias aéreas e etc), tem um pedaço do seu trabalho, da sua dedicação, na realização do sonho daquele turista – não importa se ele viaja à trabalho ou à lazer. E mais, ao trabalhar com uma atividade tão multi, conseguimos aprender e fazer intercâmbios culturais enquanto trabalhamos.

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